e lanço âncoras na espuma dispo o vento de ímpetos
e de nòs inauguro o tempo da surdina desbravo o chão
de raìzes de saudades e invento flores silvestres na cor
dos poemas ... desprendo todos os fósforos a lua e
mergulho as noites em lentos entardeceres
à tua espera sonho e canto ...

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