a corola de sangue e madrugada ... caminhamos
a mais de dois milhões de anos ... sou eu próprio
o mar e o navio na fome no lume que me devora
sobre os membros sobre os ombros sangrentos
abrem - se os nossos dois rostos na única cabeça
o alado rosto emerge simétrico do outro feroz
atravesso lado a lado montanhas planícies
insaciável viajo no lume que me devora
amantes uma flor não longe o meu corpo mudo
abre - se a delicada urgência do orvalho o
esquecimento no outro lado da noite è possível
leva - me entre as doces substâncias ...

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