virada o para o mar
para que as manhãs acordassem
no volume inquieto da claridade
as sombras fundeassem frescas
pelas paredes opaca do meio
dia e o entardecer rebentasse
sotavento num quarto ...
Poema dedicado a Ana Pereira ... em Preto no Branco As Vozes do Silêncio Poetry Floweres as Palavras que Doem em Silêncio ...
Sem comentários:
Enviar um comentário