Escreve - me muitas vezes como os percursos
ininterruptos das formigas o ritmo dos girassòis
devolvidos a condição de flor e o reflexo das nuvens
no lado interior dos rios guardados na minha mão
escreve - me tantas vezes quanto os nocturnos
quase vazios entre as estrelas os quebrantes
de mar os pès prateados da lua e as intuições
anunciadas na respiração dos dedos dos amantes
nunca deixes de me escrever como se o tempo
das palavras fossem o de regressos confirmado
na existência e docilidade das pedras nunca deixes
de me sentir ...

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