Por onde começar quando a cor
do poema è um rumor de sal
que se agarra aos meus dedos
quando o fio da lua è um fio
de maresia que erra explora
se espanta e se desfaz na claridade
marítima do seio que me rodeia
quando o perfume da magnólia
è um possível cumplicie do vento
que abriga os meus olhos numa
làgrima de ternura ... por onde
começar ...
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